A via longa da Existência Errante – uma intepretação d’O Guesa, de Sousândrade, à luz da Hermenêutica de Paul Ricoeur

Título: A via longa da Existência Errante – uma intepretação d’O Guesa, de Sousândrade, à luz da Hermenêutica de Paul Ricoeur

Autora: Rita de Cássia Oliveira   

ISBN: 978-65-990357-9-1

Editora: EDUFMA 2020

Peso: 348 g

14x21 cm |244 páginas | Ano: 2020

Categoria: Hermenêutica filosófica | poesia | ética

Hermenêutica Filosófica e Poesia

 

Sobre o livro:

O presente escrito filosófico pretende ser uma interpretação que tem como paradigma a Hermenêutica Fenomenológica do filósofo francês contemporâneo, Paul Ricoeur no que visa o mostrar do sentido da existência presente no simbolismo da criação poética. Tematizo a questão da linguagem poética em seu aspecto narrativo no poema O Guesa e a correlação desse com a filosofia, para destacar a metaforicidade como uma condição da linguagem poética por se constituir num modo diferenciado de se pensar o mundo. Ricoeur recorre a Aristóteles propriamente às obras Poética e Retórica, como ponto de partida da sua investigação sobre o poder de sentido da metáfora ao possibilitar que algo seja dito de modo indireto pela junção de imagens descontínuas possuindo, entretanto, uma verdade contida. Sigo o mesmo procedimento de Ricoeur em Metáfora Viva e busco em Aristóteles um entendimento acerca da teoria da metáfora quando criada no poema O Guesa. O desdobramento desse estudo alcança a correlação entre hermenêutica e teoria da narratividade quanto a interpretação do ato de narrar como originário de uma de racionalidade que conta açóes e acontecimentos segundo uma ordenação que se caracteriza como tessitura da intriga. Os livros de Ricoeur que sustentam essa discussão são, mormente, Tempo e Narrativa l, II, III; A memória, a história, o esquecimento; Do texto à acção; que revelam a reflexão de Ricoeur da existência de uma identidade narrativa como resultante do entrecruzamento da história com a ficção. A identidade narrativa, tema desenvolvido em

O si-mesmo como outro, exige que Ricoeur pense a constituição do sujeito e da identidade pessoal em suas mediações reflexivas interpessoais e institucionais, fazendo aparecer a Ética e a Moral como conhecimentos imprescindíveis para uma filosofia que reconhece ser a Literatura um vasto laboratório de experiência humana. Essa compreensão de Ricoeur sobre a Literatura, estendo-a à Poesia e investigo em O

 

Guesa os traços autobiográficos que revelam Sousândrade como um poeta à frente do seu tempo e eterno.

[orelha]

A via longa da Existência Errante

R$ 30,00Preço

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